15 de outubro de 2014

Você já pode ouvir o "Sound of a Woman", álbum de estreia da Kiesza

O dia começa com boa notícia para os amantes da cantora canadense de house-pop Kiesza. É que o álbum de estreia da moça, que ganhou o título de "Sound of a Woman", já saiu por completo em seu canal do youtube.

O disco, que tem data de lançamento marcado para semana que vem, dia 21 de outubro, tem 14 faixas, das quais 3 delas vieram do EP "Hideway", divulgado em abril desse ano. Kiesza se tornou conhecida pela faixa que nomeia seu primeiro EP.

Corre gente, o disco está uma maravilha, um dos melhores do ano! Vem ouvir!

13 de outubro de 2014

David Guetta foge do padrão e explora novos sons no single Dangerous

Conhecido por suas faixas pop-eletronic, chamadas "farofas", e por suas parcerias previsíveis, o DJ francês David Guetta parece, finalmente, renovado.

Desde quando lançou "Shot Me Down", "Bad" e "Blast Off", David Guetta sinalizou uma possível mudança na sonoridade de suas músicas. Outros instrumentos, inclusive a guitarra, passaram a fazer parte das faixas que constituem o bem produzido EP "Lovers on the Sun", que introduz o futuro álbum, intitulado "Listen".

Em um mundo musical que, cada vez mais, valoriza a house music, como o duo Disclosure e a dupla Daft Punk, que emplacou com o disco "Random Acess Memory" no ano passado, o DJ francês parecia estar fadado a entrar nessa nova onda.

Eis que o primeiro single oficial do novo álbum é a prova disto. "Dangerous" foge de qualquer coisa que você já tenha ouvido de Guetta, que, ao lado do cantor Sam Martin, buscou entrar com tudo na sonoridade da house music. A música até parece ter bebido da mesma fonte que o, também francês, Daft Punk bebeu. Ouçam!



Após o baque da mudança, pelo menos para quem nunca imaginou algo parecido vindo de David Guetta, o que nos resta é muita expectativa para o álbum "Listen", sucessor de "Nothing But The Beat", previsto para o dia 24 de novembro. 

Se o experimentalismo musical for mantido, podemos, sem dúvida, aguardar por um grande disco, que levará a saturação de Guetta para o espaço. Vale lembrar que o músico volta ao Brasil em janeiro para uma série de 15 shows em várias cidades.

29 de setembro de 2014

Nicole Scherzinger não é brasileira, mas não desiste nunca

A menos de um mês para o lançamento de seu segundo disco, “Big Fat Lie”, dois singles sem barulho algum e uma faixa vazada, a bruxinha do flop já assombra a ex-PCD. Será que agora vai?

O talento de Nicole Scherzinger é incontestável. Desde que ganhou fama, com as garotas do Pussycat Dolls, ela sempre se sobressaiu. Embora as outras meninas também tivessem suas qualidades, Nicole sempre teve mais oportunidade para mostrar seus dotes artísticos – e muito mais espaço que as outras – apenas pelo fato de ser a vocalista.

A vontade de crescer foi tão grande que não demorou muito para que o clima esquentasse e as meninas ficassem cada vez mais em segundo plano. Tal como ocorreu quando fora lançado “Jai Ho! (You Are My Destiny)”, single do relançamento de “Doll Domination”, onde Nicole era creditada como cantora, ao lado de A. R. Rahman, e as Pussycat Dolls como participação especial.

Mas antes do grupo chegar ao fim, Nicole vinha tentando alcançar seu lugar ao sol como cantora solo. Ou você não lembra do lendário e nunca lançado “Her Name Is Nicole”? Adiado inúmeras vezes, o disco acabou engavetado depois do fracasso das músicas lançadas como single. Veio então o “Killer Love”, que ganhou reconhecimento na Europa, mas não fez nem barulho nos Estados Unidos.

Fazendo sucesso como jurada convidada no “The X Factor UK”, um dos programas de maior audiência no Reino Unido, Nicole foi convidada para participar da temporada de lançamento da versão americana. Contratada como apresentadora, Scherzinger acabou substituindo Cheryl como jurada, que chegou a gravar algumas audições, depois da britânica ser dispensada por Simon Cowell. Era só mais um desastre para a carreira.

Nicole chovia no molhado, não se impunha e acabou recebendo uma enxurrada de críticas dos telespectadores – algo que nunca foi motivo de reclamação no Reino Unido, onde ela fazia um excelente trabalho. O resultado disso foi uma tentativa de lançar um single especialmente para os Estados Unidos, na final do programa, mas que morreu ali mesmo. Nunca vimos “Pretty” ganhar vida como single. Assim como o disco, depois de ser muito adiado, acabou tendo seu lançamento cancelado em solo americano.



Agora, com “Big Fat Lie”, Nicole Scherzinger vai tentar mais uma vez. Programado para ser lançado no Reino Unido em 20 de outubro, a ex-líder das PCD optou por uma balada para a sua reestreia nos Estados Unidos. Mas, “Run” acabou vazando antes da hora. Esse é o problema de Nic e sua equipe: aparece sempre um problema. E, por menor que ele seja, todo cuidado é pouco. A indústria na Europa é completamente diferente dos Estados Unidos. Enquanto a Terra da Rainha é mais tranquila, na terra de Obama a briga é muito mais voraz. E bem, tudo que faz sucesso por lá, acaba explodindo mundo afora.

“Your Love” e “On The Rocks”, extraídas do novo disco para servirem como músicas de trabalho, não mostraram a que vieram e tampouco fizeram barulho nas paradas. Outro fator importante é que, neste trabalho, Nicole Scherzinger está de casa nova. Trocou a Universal e a Interscope pela Sony e a RCA. Um ato de coragem, devido ao histórico terrível desta segunda.

Talento para explodir, Nicole tem de sobra. Mas enquanto se prestar a fazer um trabalho mediano, não musicalmente falando, vai estar sempre fadada a fracassar. Enquanto continuar com uma equipe que espera tudo sentada e acha que ela pode esperar o sucesso bater à porta, me desculpem, mas nunca vai acontecer.



E a quem disser que impacto nas paradas não é fator de relevância, não se esqueçam que “ARTPOP”, “Britney Jean”, “Kiss Me Once” e “Shakira.” foram devidamente esquecidos por suas gravadoras depois do fraquíssimo desempenho. E não estamos falando de artistas iniciantes. Lady Gaga, Britney Spears, Kylie Minogue e Shakira colecionam hits e tem anos de estrada.

O que posso desejar? Boa sorte!

27 de setembro de 2014

O que esperar de Gotham?

Nessa semana, estreou a nova série da FOX que promete agradar não só os amantes do homem-morcego, como também os aficionados por HQ's. Mas será que Gotham trás tudo isso que a expectativa do público anseia?

Desde o dia que a FOX deu sim para a produção de Gotham, a expectativa dos fãs do homem-morcego começaram a aumentar. A premissa da série era apresentar um prequel, onde a tão famosa cidade, que dá título à produção, seria o foco do enredo. 

Aqui, Bruce Wayne não cresce em cortes de cenas após a morte de seus pais. A série mostra o início de carreira do detetive Gordon, que busca encontrar o culpado do assassinato dos Wayne e desconstruir o crime organizado que vinga na cidade. Além disso, acredito que, pela primeira vez, o passado e a juventude dos tão conhecidos vilões do universo Batman, como Charada, Pinguim e Coringa, serão apresentados.


Talvez o piloto não seja bastante para julgar a série, mas os telespectadores poderão esperar uma produção digna, que não se distancia da qualidade dos filmes que temos acompanhado nas últimas décadas. As atuações também não deixam a desejar e até surpreendem, como a incorporação do detetive James Gordon feita pelo ator Benjamin McKenzie. Além, claro, dos pequenos David Mazouz e Camren Bicondova, nos papéis de Bruce Wayne e Selina Kyle, respectivamente.

Em resumo, em seu piloto, Gotham já mostrou para o que veio, apresentando bem a cidade e os problemas que gerarão boa parte dos conflitos da história. Os fãs mais saudosos perceberão alguns detalhes ligados às HQ's e adorarão acompanhar o desenvolvimento de cada vilão que complicará a vida de Batman no futuro.

Nós, obviamente, torcemos pelo sucesso da produção e esperamos pelos próximos episódios. Afinal, o universo de Batman semanalmente na nossa vida nunca é demais.